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automacao industrial na industria 40

O que é automação industrial

A automação industrial é um termo amplamente utilizado na era da Indústria 4.0, que se refere à aplicação de tecnologias avançadas para automatizar processos industriais. Essa revolução tecnológica está transformando a maneira como as indústrias operam, aumentando a eficiência, reduzindo custos e melhorando a qualidade dos produtos. Neste artigo, exploraremos o conceito de automação industrial e seus principais impactos na Indústria 4.0.

O que é automação industrial?

o que é automação industrial

É o uso de sistemas e tecnologias para realizar tarefas e processos industriais de forma automática, substituindo ou complementando a mão de obra humana. Essa abordagem envolve a integração de máquinas, sensores, dispositivos e softwares para controlar e monitorar processos produtivos, visando aumentar a produtividade, a eficiência e a segurança nas operações industriais.

Princípios da automação industrial

Existem alguns princípios fundamentais que sustentam a automação industrial:

  1. Controle: Controle preciso e consistente dos processos, garantindo que as atividades sejam executadas de acordo com os padrões estabelecidos.
  2. Monitoramento: sistemas de automação permitem o monitoramento em tempo real das operações, coletando dados e fornecendo informações valiosas para a tomada de decisões e o aprimoramento contínuo dos processos.
  3. Integração: a automação envolve a integração de diversos componentes, como sensores, atuadores, controladores e softwares, em um sistema unificado que trabalha em conjunto para executar tarefas complexas.

Tecnologias na automação industrial

A automação industrial utiliza uma variedade de tecnologias avançadas para automatizar processos. Alguns exemplos incluem:

  1. Robótica industrial: robôs industriais desempenham um papel fundamental na automação, realizando tarefas repetitivas e perigosas com precisão e velocidade.
  2. Internet das Coisas (IoT): a IoT permite a conexão e a comunicação entre dispositivos e sistemas, permitindo o monitoramento e o controle remoto de máquinas e processos industriais.
  3. Inteligência Artificial (IA): a IA é usada para criar sistemas inteligentes capazes de aprender, adaptar-se e tomar decisões autônomas, melhorando a eficiência e a eficácia dos processos.
  4. Big Data e análise de dados: a coleta e a análise de grandes volumes de dados são essenciais para identificar padrões, otimizar processos e prever falhas antes que ocorram.

Impactos na Indústria 4.0

automacao industrial na industria 40

A automação desempenha um papel central na Indústria 4.0, uma tendência que busca a transformação digital e a integração total dos sistemas de produção. Alguns dos principais impactos da automação industrial na Indústria 4.0 incluem:

  1. Eficiência operacional: a automação permite a execução de tarefas de forma mais rápida, precisa e consistente, o que resulta em maior eficiência operacional. Os processos automatizados reduzem os erros humanos e os tempos de ciclo, melhorando a produtividade geral.
  2. Redução de custos: a automação industrial pode levar a uma redução significativa nos custos de produção. Ao substituir a mão de obra humana em tarefas repetitivas e perigosas, as empresas podem economizar em custos trabalhistas, além de minimizar erros e retrabalhos.
  3. Qualidade aprimorada: a automação permite um controle preciso dos processos, resultando em uma qualidade consistente e superior dos produtos finais. A padronização e a eliminação de variações humanas contribuem para reduzir defeitos e retrabalhos, aumentando a satisfação do cliente.
  4. Flexibilidade e personalização: com a automação industrial, as empresas podem adaptar rapidamente as linhas de produção para atender às demandas do mercado. A capacidade de reprogramar e reconfigurar sistemas automatizados oferece flexibilidade para produzir em menor escala e atender a requisitos de personalização.
  5. Segurança no trabalho: a automação industrial também contribui para melhorar a segurança no ambiente de trabalho. Ao transferir tarefas perigosas para máquinas automatizadas, os riscos de acidentes e lesões são reduzidos, proporcionando um ambiente de trabalho mais seguro para os funcionários.

Conclusão

A automação industrial desempenha um papel crucial na Indústria 4.0, impulsionando a transformação digital e aprimorando os processos produtivos. Com a aplicação de tecnologias avançadas, como robótica, IoT e IA, as empresas podem alcançar maior eficiência operacional, reduzir custos, melhorar a qualidade dos produtos e aumentar a flexibilidade na produção. Além disso, contribui para criar ambientes de trabalho mais seguros e livres de tarefas perigosas. Compreender e adotar a automação industrial é essencial para que as empresas se mantenham competitivas na era da Indústria 4.0.

RFID tag2

TAGS (ETIQUETAS) DE RFID

Dando continuidade aos nossos artigos sobre a RFID – Identificação por Radiofrequência, hoje nós vamos falar com mais detalhes sobre um dos elementos utilizados no funcionamento da RFID: as tags. 

Leia também:

RFID – Identificação por Radiofrequência

Funcionamento da RFID

DENOMINAÇÕES COMUNS

As tags podem também ser chamadas pela sua tradução em português “etiquetas”. O problema é que há “tags” que não têmRFID tag3 necessariamente a aparência de uma “etiqueta”, devido ao tipo de material da qual elas são feitas. Por exemplo, na figura abaixo, o nome tanto em inglês como em português cai bem:

RFID tag4Mas não combina muito chamarmos a tag da figura abaixo de etiqueta. Apesar de o significado ser exatamente o mesmo, é mais comum nos referirmos a esse tipo de tag como tag mesmo e não como etiqueta.

Mas há ainda outras denominações comuns que você pode ouvir por aí pra qualquer tipo de tag. Uma delas é “identificadores”, devido ao fato de que, nelas, estão os dados que identificam o produto. Podem também ser chamadas de “transponders”, que vem da junção das palavras em inglês transmit e responder, pelo fato de transmitirem uma resposta ao sinal do leitor.

CARACTERÍSTICAS DAS TAGS

Como você pôde observar, as tags podem ter diversos tamanhos e formatos, como pastilhas, argolas ou cartões, e podem ser feitas de diversos materiais, como plástico, vidro, epóxi e outros (Pinheiro, 2004). Isso possibilita, por exemplo, que algumas tags sejam mais flexíveis ao serem fixadas em determinados produtos ou mais resistentes a determinadas condições como a temperatura, dependendo da necessidade. Além disso, considerando os diferentes materiais, Franco et al (2009) mencionam que as tags podem ser descartáveis ou reutilizáveis, de acordo com os objetivos de sua utilização.

COMPOSIÇÃO DAS TAGS

As tags são compostas de um microchip e de uma antena, de modo que o microchip armazena informações referentes à pessoa ou objeto, e a antena é a responsável pela transmissão das informações contidas no microchip a um leitor.

TIPOS DE TAGS

Want (2006) descreve dois tipos de tags: as ativas e as passivas. A figura abaixo ilustra alguns exemplos de tags ativas (A) e passivas (B), com diferentes formatos e materiais:

RFID tag5

Todas as tags precisam ser alimentadas por uma fonte de energia. As tags passivas são alimentadas pela energia das ondas eletromagnéticas emitidas pela antena do leitor. A antena da tag captura essa energia, utilizando parte dela para a alimentação da etiqueta e a outra parte para o envio das informações ao leitor (WANT, 2006).

Portanto, a antena da tag passiva só consegue enviar um sinal caso ela receba o sinal enviado pela antena do leitor. Dito de outra maneira, ela só responde caso ouça a um chamado. Caso contrário, ela não emite nenhum sinal ou, por outra, permanece “em silêncio”.

Já as tags ativas não precisam ser alimentadas pela emissão das ondas eletromagnéticas, pois elas possuem uma bateria interna que desempenha essa função(WANT, 2006). Além da alimentação interna, Gomes (2007) afirma que as tags ativas têm um papel ainda mais independente do leitor por possuírem um modulador de radiofrequência. Dessa maneira, elas conseguem criar um novo sinal de radiofrequência sem a necessidade da presença do leitor.

A antena das tags ativas fica, portanto, emitindo sinais o tempo todo esperando que a antena de um leitor os encontre. Isso significa que o sinal das tags ativas tem maior alcance, apresentando maior probabilidade de ser captado. Suas desvantagens, segundo Want (2006), consistem no fato de que a bateria tem vida útil limitada, além de aumentar o custo e o tamanho das tags.

Há ainda mais uma classificação de tags: as semi-passivas (ou semi-ativas). Estas etiquetas, assim como as ativas, possuem uma bateria interna para sua alimentação. Entretanto, assim como as passivas, elas precisam da presença do leitor para comunicar suas informações, pois elas não possuem um modulador e não são, portanto, capazes de criar um novo sinal de radiofrequência (GOMES, 2007).

O quadro abaixo apresenta um resumo dos diferentes tipos de tags, com suas respectivas características:

 

NOME

 

CARACTERÍSTICAS

Ativas

Sua alimentação interna ocorre   através de uma bateria e a emissão de sinais ocorre através de um modulador   de radiofrequência.

Passivas

Sua alimentação interna e a emissão   de sinais ocorrem através das ondas eletromagnéticas recebidas pelo leitor.

Semi-passivas

Sua alimentação interna ocorre   através de uma bateria e a emissão de sinais ocorre através das ondas   recebidas pelo leitor.

TIPOS DE MEMÓRIAS

Gomes (2007) ainda descreve três tipos de memórias que podem ser utilizadas nas tags: Somente Leitura (RO – Read Only), Uma gravação e várias leituras (WORM – Write Once Read Many) ou Leitura/Gravação (RW – Read-Write).

O tipo de memória RO permite apenas a leitura dos dados nela contidos, de modo que, depois de gravados, não há como alterá-los ou atualizá-los. O tipo de memória WORM permite a regravação dos dados, porém, após um número elevado de reprogramações, a tag pode ser danificada, inutilizando sua memória. O tipo de memória RW permite a regravação dos dados inúmeras vezes (GOMES, 2007). 

CLASSES DE TAGS

Considerando os protocolos de comunicação, os diferentes tipos de tags e tipos de memórias, Glover e Bhatt (2007) afirmam que as tags podem ser agrupadas em diferentes classes:

 

 

Classe   0

Tags passivas que permitem somente   a leitura dos dados.

Classe   0+

Tags passivas que permitem uma   gravação (mas utilizando os protocolos da Classe 0).

 

Classe   I

Tags passivas que permitem uma   gravação.

Classe   II

Tags passivas que permitem uma   gravação com funcionalidades adicionais, como memória e criptografia.

 

Classe   III

Tags semi-passivas e regraváveis.

Classe   IV

Tags ativas, regraváveis e que   podem se comunicar com outras tags ativas, energizando suas próprias   comunicações.

Classe   V

Tags ativas, regraváveis e que   podem energizar e ler tags das classes I, II e III e ler tags das classes IV   e V.

 

Por enquanto é isso, pessoal. Fiquem no aguardo do nosso próximo artigo, no qual falaremos com mais detalhes sobre os leitores. Mande suas dúvidas e sugestões na área de comentários abaixo. Obrigado e até lá!

Funcionamento da RFID

FUNCIONAMENTO DA RFID

No nosso último artigo, começamos a apresentar uma das tecnologias que vem ganhando um grande destaque no campo da Automação – a RFID. Você já aprendeu o que é essa tecnologia e conheceu um pouquinho de sua história. Hoje, vamos aprender como se dá o funcionamento da RFID e vamos explicar sua utilização no sistema de cobrança automática de pedágios, o chamado “Sem Parar”. Então, vamos lá:

COMO FUNCIONA A RFID

No último artigo, já mencionamos que a RFID serve para identificar informações de pessoas ou objetos, assim como o código de barras, mas de maneira diferente, utilizando ondas eletromagnéticas.RFID Tag

Para armazenar informações sobre uma determinada pessoa ou objeto, o sistema RFID faz uso de microchips que são instalados dentro das chamadas tags (“etiquetas” em inglês). As tags são dispositivos simples, pequenos e de baixo custo que são fixados nas pessoas ou nos objetos a serem identificados. Elas podem ter vários formatos e podem ser feitas de diversos materiais diferentes, mas nós falaremos mais sobre isso no próximo artigo.

 

RFID LeitorPara que os dados armazenados no microchip sejam capturados, a tag possui uma antena que se comunica a um dispositivo mais complexo, o leitor. O leitor possui outra antena que emite sinais de radiofrequência, a fim de buscar informações. Existem vários tipos de leitores também e falaremos com mais detalhes sobre isso em breve.Os sinais emitidos pela antena do leitor ativam a antena da etiqueta que, por sua vez, reflete os sinais de volta para o leitor, enviando-lhe as informações contidas no microchip. Os leitores são conectados a uma rede e as informações coletadas por ele são interpretadas e transmitidas a um processador, como um computador, um robô ou um CLP, por exemplo.

A figura abaixo ilustra os sinais de um leitor buscando informações (A) e, em seguida, os sinais de uma tag sendo enviados ao leitor como resposta (B):

Comunicação em RFID

FREQUÊNCIA

Ao explicar a história das ondas eletromagnéticas no artigo anterior, mencionamos Heinrich Hertz, o físico alemão que gerou ondas eletromagnéticas artificialmente em seu laboratório. Aprofundando um pouco mais a respeito, faltou dizer que a frequência com a qual as ondas vibram pode ser medida. Essa frequência é medida através do número de oscilações elétricas e magnéticas perpendiculares por segundo. Simplificando, tem que ver quantas vezes as ondas oscilam por segundo.

Em homenagem a Heinrich Hertz, a unidade de medida utilizada para esse cálculo é conhecida como “Hertz” (Hz). Isso quer dizer que 1 Hz significa 1 ciclo (ou oscilação) por segundo. 10 Hz significam 10 ciclos (ou oscilações) por segundo. E assim por diante. Além disso, resta dizer que as frequências das ondas eletromagnéticas de rádio normalmente são medidas em quilo-hertz (kHz), mega-hertz (MHz) ou giga-hertz (GHz).

Portanto, assim como um rádio sintoniza diferentes frequências para ouvir canais diferentes, tags e leitores precisam estar em sintonia para comunicarem-se. Ao emitir as ondas eletromagnéticas, o leitor forma um campo magnético que pode atingir uma distância desde alguns centímetros até alguns metros, dependendo da potência do leitor e da frequência utilizada. Veja abaixo os tipos de frequências mais comuns:

 

Nome

 

Frequência

 

Faixa de alcance

Baixa   frequência

125KHz

50 centímetros

Alta   frequência

13,56MHz

3 metros

Frequência   ultra-alta

860-960MHz

9 metros

Microondas

2,45GHz

> 10 metros

Cada uma das faixas de frequência tem vantagens e desvantagens e, portanto, dependendo do tipo de aplicação da tecnologia, deve-se analisar qual a melhor frequência a ser utilizada. Falaremos mais sobre isso em breve.

PROTOCOLO DE COMUNICAÇÃO

Outro fator a ser considerado em relação à comunicação entre as tags e os leitores é o protocolo utilizado. Os protocolos de comunicação são uma espécie de “linguagem padronizada”, para que um determinado leitor seja capaz de compreender os códigos utilizados nas tags. Por esse motivo, os leitores não são capazes de captar sinais de qualquer tag, mas apenas daquelas que tiverem o protocolo de comunicação correspondente ao leitor.

SISTEMA DE COBRANÇA AUTOMÁTICA EM PEDÁGIOSSem parar

Tudo bem, tudo muito bonito… Mas e o sistema de cobrança automática que falamos lá no início? Será que deu pra entender como a RFID é utilizada nessa história?

Pois bem… Quando você adere este sistema, você adquire uma tag e esta tag é fixada no para-brisa do seu carro. O microchip desta tag contém uma identificação única, a qual será vinculada às informações do cliente em um sistema (seu nome, endereço, dados bancários etc.), para posterior envio da fatura a ser paga.

RFID parabrisa

Sem parar 1Lá na cancela do pedágio ou do estacionamento do shopping, há um leitor com uma antena enviando sinais. Quando o carro se aproxima da cancela, a antena do leitor captura o sinal da antena da tag. A antena da tag envia a informação contida no microchip, ou seja, sua identificação única. Ao fazer essa identificação, um equipamento liberará a cancela automaticamente.Vamos supor que você receba uma tag com identificação 005. Cada vez que esta tag for identificada, haverá um registro do local e horário em que a tag 005 passou pelo sistema, com o respectivo valor do pedágio ou do estacionamento. O sistema verificará quem está vinculado ao número 005 e a empresa enviará no fim do mês o valor da fatura a ser pago.RFID - Sistema de cobrança automática em pedágios
E é assim que funciona. Fique de olho nos próximos artigos nos quais falaremos com mais detalhes sobre os tipos de tags e sobre os leitores, além de abordar mais contextos nos quais essa tecnologia pode ser utilizada. Até lá!

RFID

RFID – IDENTIFICAÇÃO POR RADIOFREQUÊNCIA

Olá pessoal! No nosso último artigo, no qual falamos sobre Automação Comercial, nós mencionamos vários exemplos de como a tecnologia está nos envolvendo no dia a dia, especificamente em estabelecimentos comerciais. Em um dos exemplos, foi mencionado o sistema de cobrança automática, o qual vem sendo muito utilizado em pedágios e estacionamentos de shoppings e aeroportos. Como foi prometido, hoje nós vamos começar a apresentar uma série de artigos sobre a tecnologia responsável por este sistema e que também vem sendo utilizada em muitos outros contextos e ganhando muito destaque na área da Automação: a RFID – Identificação por Radiofrequência (Radiofrequency Identification).

O QUE É A RFID?

A RFID é uma tecnologia que, através da frequência de rádio, captura informações de pessoas e objetos armazenadas em microchips. Essa tecnologia pode ser comparada ao código de barras, mas em vez de barras, a RFID utiliza as chamadas tags (etiquetas em inglês) contendo as informações a serem identificadas.RFID Tag

Além disso, para fazer a identificação, o sistema de código de barras utiliza um feixe de luz e a RFID utiliza ondas eletromagnéticas, tornando desnecessário um campo visual para fazer a leitura.

 

E O QUE SÃO ONDAS ELETROMAGNÉTICAS?

Bem, as ondas em si são perturbações que se propagam através de um meio (sólido, líquido, ou gasoso). Por exemplo, ao jogar uma pedra em um lago, você poderá ver a propagação das ondas na água.Ondas

Esse foi um exemplo de onda mecânica, mas aqui estamos falando de ondas eletromagnéticas, as quais podem se propagar não apenas em um meio, mas também no vácuo do espaço. Essas ondas são também chamadas de ondas de radiofrequência ou, simplesmente, ondas de rádio. São geradas na natureza por raios ou objetos astronômicos, mas podem também ser geradas artificialmente para que elas permitam a transmissão de programas de rádio, televisão, comunicação por celular, internet sem fio etc., através do uso de antenas.

HISTÓRICO

Quem primeiro estudou as ondas eletromagnéticas foi James Clerk Maxwell, em 1865. Através de suas observações, ele propôs que ao associar vibrações de campos elétricos e de campos magnéticos, seria possível formar ondas eletromagnéticas. Em 1887, o alemão Heinrich Hertz colocou em prática a teoria de Maxwell e gerou tais ondas experimentalmente em seu laboratório. A partir daí, essas ondas começaram a ser muito utilizadas para transmitir informações pelo espaço, sem a necessidade de fios.

RadarA tecnologia da qual estamos falando aqui, a Identificação por Radiofrequência (RFID), faz uso dessas ondas para capturar e identificar determinadas informações. Ela foi descoberta pelo físico escocês Robert Alexander Watson-Watt, em 1935 (NEMOTO, 2009). De acordo com Landt (2005), no início do século 20, houve um significativo desenvolvimento tecnológico com o advento do radar, sendo utilizado durante a Segunda Guerra Mundial para detectar e localizar objetos, determinando sua posição e velocidade, através do reflexo das ondas de rádio. Segundo Want (2006), os britânicos empregaram os princípios da RFID na guerra para identificar seus aviões, de forma a reconhecer os aliados e os inimigos.

Muitos estudos foram realizados nas décadas seguintes em torno das ondas eletromagnéticas, havendo notáveis avanços. Na década de 1990, foram feitos testes na rede de supermercados Wal-Mart, com o objetivo de utilizar a tecnologia RFID em seus produtos, substituindo o código de barras (ROBERTI, 2003).

Além do Wal-Mart, a Tesco e o Departamento de Defesa dos Estados Unidos (DOD – Department of Defense), são também organizações pioneiras na adoção da RFID em larga escala (WANT, 2006).

Muitas empresas, de diversas áreas, têm se interessado pela tecnologia RFID e, com seu visível progresso, cada vez mais engenheiros têm trabalhado em seu desenvolvimento e, aparentemente, este progresso tende a continuar.

Para que este texto não fique muito extenso, ficamos por aqui. Mas não se preocupe, pois no próximo artigo, você irá compreender como esta tecnologia funciona e, mais especificamente, como ela é utilizada no sistema de cobrança automática de pedágios. Até lá!

REFERÊNCIAS

LANDT, J. The history of RFID. IEEE Potentials. v24, p8-11, 2005. Disponível em: <http://autoid.mit.edu/pickup/RFID_Papers/008.pdf>. Acesso em: 02 mar. 2011.

 NEMOTO, M.C.M.O. Inovação tecnológica: um estudo exploratório de adoção do RFID (Identificação por Radiofrequência) e redes de inovação internacional. 2009. 156p. Tese (Doutorado em Administração) – Departamento de Administração da Faculdade de Economia, Administração e Ciências Contábeis, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2009.

 ROBERTI, M. The value of good information. RFID Journal. 2003. Disponível em: <http://www.rfidjournal.com/article/view/677>. Acesso em: 07 mar. 2011.

 WANT, R. An introduction to RFID technology. Pervasive Computing. v5, n1, p25-33, 2006.

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EasyCLP

COMO USAR O SOFTWARE EASY PLC – PARTE 1

Há alguns dias atrás nós disponibilizamos para download aqui na sala da automação um software gratuito de CLP chamado Easy PLC. Se você ainda não fez o download e deseja conhecer este programa, clique aqui! Com este software simples e didático, você pode treinar e praticar seus conhecimentos enquanto você não entra em contato com um verdadeiro CLP. Mas se você fez o download do programa e não está sabendo muito bem como manuseá-lo, fique de olho aqui no nosso blog, pois hoje nós estamos postando a primeira de uma série de videoaulas para ensinar como usar o software Easy PLC.

Leia também:

O que é o CLP?

Como funciona o CLP?

Nesta primeira videoaula você vai aprender a criar um projeto no simulador. Você pode ainda ver algumas informações adicionais descritas no decorrer do post que complementam as explicações do vídeo.

E agora, sem mais blábláblá, vamos à aula:

Como usar o software Easy PLC – Criando um projeto

Base de tempo: aos 40s do vídeo, você pode ver que foram selecionados os parâmetros relacionados à base de tempo. Esta base diz respeito ao tempo de leitura do programa, ou seja, de quanto em quanto tempo o simulador fará a leitura dos dados.

Criar área de I/O devices: aos 1m25s do vídeo, estamos explicando como criar entradas e saídas, vinculando as variáveis com os endereços. Vamos primeiramente esclarecer o que significa I/O:

I = Input (palavra em inglês que significa “entrada”)

O = Output (palavra em inglês que significa “saída”)

Nós já explicamos o que são entradas/saídas e o conceito de endereçamento no nosso artigo sobre como funciona o CLP. Se você ainda tem dúvidas sobre isso, clique aqui para ler a respeito.

estrutura do CLP

Nos exemplos criados no vídeo com as variáveis “a”, “b” e “c”, nós fizemos os seguintes vínculos:

Variável “a”           ==>      I.0.0 (Entrada 0.0)

Variável “b”          ==>      I.0.1 (Entrada 0.1)

Variável “c”          ==>      O.0.0 (Saída 0.0)

*Errata – No vídeo, aos 2m40s, foi criada a saída O.0.0, mas no áudio você vai me ouvir dizendo “saída I.0.0”. Desculpem pela falha! Lembrem-se que “I” está sempre se referindo a uma entrada (Input) e “O” está sempre se referindo a uma saída (Output).

Tipos de linguagem: aos 2m60s do vídeo, estamos mencionando quatro tipos de linguagem com as quais podemos programar. Esse assunto será mais aprofundado nas próximas videoaulas.

Projeto: aos 3m12s do vídeo, você pode ver um teste feito com as variáveis criadas anteriormente. No projeto criado, as variáveis “a” e “b” estão vinculadas com a variável “c”. Vamos dizer que “a” e “b” são dois interruptores e que “c” está conectado a uma lâmpada. As condições lógicas deste projeto  representam por  que quando os dois interruptores são acionados ao mesmo tempo, é dado o comando para a lâmpada acender.

Bem, espero que tenham gostado e fiquem no aguardo das próximas videoaulas. Se possível, deixe suas dúvidas, sugestões e críticas na área de comentários abaixo. Sua opinião é bem-vinda e muito importante para nós!

Até a próxima!

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DOWNLOAD EasyCLP SIMULADOR DE CLP

Não poderia iniciar este blog sem ter uma ferramenta excepcional para oferecer a você. Na Sala da Elétrica disponibilizamos GRATUITAMENTE o CADe SIMU que apresenta incrível desempenho na criação e simulação de Comandos Elétricos e neste artigo deixo a disposição um excelente simulador de CLP para você criar seus projetos em Ladder, simular o funcionamento e aperfeiçoar seus conhecimentos. Em breve disponibilizaremos também um tutorial desta ferramenta para vocês consolidarem sua utilização. O EasyCLP não é apenas um software simulador de CLP, este recurso que está disponível GRATUITAMENTE é uma excelente ferramenta didática e de fácil utilização.

EasyCLP – O SIMULADOR DE CLP

Como você já deve ter lido nosso artigo passado, o CLP é o cérebro da automação e não podíamos deixar de disponibilizar uma ferramenta que trouxesse a você recursos para praticar seu conhecimento onde estiver e o melhor GRÁTIS.

Ao longo dos artigos que iremos publicar, trabalharemos com este simulador de CLP que é uma espécie de laboratório virtual para você acompanhar e entender um pouco mais sobre seu funcionamento, no entanto, o EasyCLP é uma ferramenta bastante simples de ser utilizada, é claro que, para utiliza-la você deverá conhecer ao menos um pouco sobre lógica Ladder de programação mas se não conhece não se preocupe que em breve estaremos publicando assuntos relacionados.

simulador de clp

DOWNLOAD DO SIMULADOR DE CLP

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Agora vamos ao que interessa, clique sobre a imagem abaixo para realizar o download do simulador de CLP EasyCLP e desfrute ao máximo desta incrível ferramenta de criação e simulação de lógicas de programação de CLP.

Informações do Download:

  • Tamanho do Arquivo: 50Mb
  • Licença: Gratuita

download easyclp

 

CADe SIMU 3.0 com simulação de CLP, mais voltado para Comandos Elétricos

Você pode encontrar este software na Sala da Elétrica, neste link, você vai acessar a página do conteúdo e vai conseguir fazer o download do CADe SIMU 3.0.

O CADe SIMU é um software eletrotécnico voltado para Diagramas de Comandos Elétricos.

cade simu sala da elétrica

automação

Automação não é Mecanização

Para dar continuidade em nossos artigos devemos entender algumas coisas, por exemplo, você sabe realmente o que é automação? Leia nosso artigo clicando aqui e entenda sobre este conceito. Mas nós da Sala da Automação gostaríamos esclarecer algumas coisas, por exemplo, automatizar um sistema não é mecanizar, isto mesmo, existe uma diferença muito grande entre automatizar e mecanizar um sistema ou processo produtivo, com certeza você deve estar se perguntando sobre o que é mecanizar um processo, eu também tive esta dúvida e descobri que muitas vezes que conversava com um profissional da área e/ou especialista, na verdade, não falávamos de automação e sim mecanização.

AUTOMAÇÃO vs MECANIZAÇÃO

Sabemos que quando assunto é reduzir tempo na produção e otimizar processos que antes era realizados manualmente o primeiro pensamento que vem a nossa mente é: “Temos que colocar uma máquina para fazer isto” correto? Bom, entenda que o simples fato de substituir o trabalho manual ou mão de obra por máquinas não é automatizar. Devemos tomar muito cuidado quando nos referimos ao conceito de automação e não é por menos, muita gente ainda pensa que automação é reduzir empregos e não é nada disso.

Um exemplo

É simples criar uma esteira que transporte uma peça de um local para o outro e assim eu possa ganhar em tempo e eficiência no que diz o simples transporte desta peça, o difícil mesmo é conseguir fazer com que esta esteira seja capaz de ser sensível a esta peça, ou seja, possa detectá-la no momento em que esta sendo colocada sobre ela, que possa destinar através de seu peso qual o trajeto e/ou velocidade deverá assumir ao transportá-la e também em que momento a esteira deve parar ou diminuir sua velocidade para acompanhar a produção desta peça.

Entenda que a mecanização é simplesmente trocar a ação do homem por máquina e automação é criar um sistema inteligente onde máquinas e homens possam trabalhar em conjunto visando um melhor desempenho garantindo melhor qualidade ao processo, ao trabalhador e também e não menos importante o cliente final.

automação e o homem

Automação

A automação depende de um sistema flexível e onde quanto mais flexível teremos maior interação da automação tornando-a mais inteligente e eficiente, depende também de dispositivos elétricos, eletrônicos, mecânicos. pneumáticos, etc.. que se responsabilizaram pelo desempenho do processo identificando peças, garantido continuidade do processo, realizando acionamentos e interagindo com softwares. Bom, eu poderia ficar mencionando diversos exemplos aqui, mas nosso intuito não é esse por enquanto.

Logo, se tivermos um sistema mecanizado e atribuirmos a este sistemas de controle e inteligência teremos a automação.

Automação

Automação

Olá pessoal!

Estamos iniciando o primeiro post de muitos outros que virão na Sala da Automação.

Esta é uma área que vem crescendo e se destacando cada dia mais e muitas pessoas estão estudando e se desenvolvendo nesse ramo. Por isso, para vocês que gostam de recursos tecnológicos e querem ficar atualizados, você está no lugar certo!

Para dar início a este tema, nada melhor do que começar entendendo o que é, de fato, a automação. Assim, quem ainda não está familiarizado com o assunto poderá esclarecer suas dúvidas e, possivelmente, optar seguir esta área também.

O QUE É AUTOMAÇÃO?

Automação =  “Automatus”  mover-se por si

Primeiramente, vamos refletir sobre o significado da palavra Automação, recentemente publicamos um artigo que demonstra a grande diferença entre automatizar e mecanizar um processo, clique aqui para ler. Esta palavra vem do latim “Automatus” que significa mover-se por si. Você já deve ter ouvido em algum lugar que um determinado produto é “fabricado por sistemas totalmente automatizados”, não é mesmo? Isso quer dizer que estes sistemas “movem por si”, ou seja, trabalham sozinhos sem a necessidade de contato nem qualquer interferência humana.

Esteira transportadora

Contudo, a automação não se restringe a esses sistemas totalmente automatizados em indústrias. Este tipo de automação é mais especificamente chamado de Automação Industrial. Mas a automação em si abrange muito mais que isso. Por exemplo: quando você vai ao cabeleireiro com hora marcada, o recepcionista verifica uma agenda com os horários marcados? Ou ele verifica um programa no computador no qual estão registrados os horários? Pois bem, criar um software que gerencie os horários de entrada e saída dos cabeleireiros, bem como seus salários e os horários de seus clientes já é automatizar um serviço.

Portanto, a automação envolve diversos conjuntos de práticas sobre um processo para torná-lo mais eficiente. Pense assim: de que forma você poderia fazer com que o seu trabalho rotineiro ficasse mais fácil e mais rápido? Bem, essa é a ideia que move a cabeça de várias pessoas que decidiram seguir essa área.

A automação tem por objetivos:

  • Aumento de produtividade;
  • Menor consumo de energia;
  • Aumento na segurança humana e de patrimônio;
  • Diminuição de esforço físico;
  • Aumento de qualidade;
  • Aumento de lucratividade.

Esses itens são os que fazem com que a automação venha ganhando destaque, pois são esses os fatores que os empresários procuram no mercado de trabalho.

QUEM, ONDE E QUANDO?

Puxa, mas quem foi o cara que foi imaginar que isso pudesse ser possível?

Bem, tudo tem que partir de um início. Essa história começou lá no ano de 1908, quando Henry Ford percebeu que se gastava muito tempo para que cada carro fosse produzido em sua fábrica, já que os veículos eram montados um a um.

Foi quando ele teve a ideia de criar a famosa linha de montagem e gradualmente adaptou a linha de montagem e em 1913 fez com que os carros “andassem” pela fábrica enquanto cada funcionário era responsável por fazer apenas uma parte do carro. A economia de tempo e recursos foi rapidamente notada.

Este foi o ponto de partida, mas claro que, assim como tudo na vida, a tecnologia evoluiu – e põe evolução nisso – e as empresas cada vez mais querem se aperfeiçoar na automatização de seus processos, buscando cada vez mais eficiência e lucratividade.

A AUTOMAÇÃO E A MÃO DE OBRA

Muitas pessoas mais conservadoras podem pensar… Poxa, mas as pessoas estão perdendo seus empregos para computadores e robôs?

Homem vs Robo

Bem, de fato esse é um modo de enxergar as coisas. Por exemplo, cada vez mais se diminui o número de atendentes para ajudar clientes. Costumamos ouvir orientações como “você pode encontrar todas as informações no site tal”, “você deve fazer o pedido no site tal”, “o cancelamento do pedido deve ser feito no site tal”, e assim vai… Isso contribui para uma diminuição no número de atendentes daquela empresa – ruim para os atendentes que perderam o emprego… Bom para o dono da empresa que cortou custos e principalmente para o cliente final que terá um produto proveniente de um processo inteligente e fiel.

E é bom também para o profissional da automação que ganhou espaço no mercado de trabalho. Afinal, para que os sites existam, para que os softwares sejam criados, para que os robôs montem os produtos etc., alguém tem que trabalhar, não é? Os sistemas não fazem nada se não houver, nos bastidores, o trabalho de um humano.

Os robôs não aprendem a montar carros sozinhos. Um ser humano (ou melhor, uma equipe de seres humanos), tem que esquentar a cachola, projetar, montar equipamentos, programar etc., para que estes processos possam ser automatizados.

Se um robô quebrar, alguém (um humano!) tem que diagnosticar o problema e saber consertar. Os sites precisam ser constantemente atualizados e isso deve ser feito por um humano. O sistema do salão de cabeleireiros não vai saber por si só os nomes dos clientes, correto? Os sistemas precisam ser alimentados com informações e quem faz isso? Pasmem, um humano! Querendo ou não, os sistemas também falham e quando isso acontece… Chega, acho que deu pra entender, né?

Pois é… A moral da história é: humanos e tecnologia podem (e devem!) ser amigos. E já que a realidade é essa, vamos tirar proveito dela!